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Investidores internacionais preferem as empresas brasileiras Entre os países emergentes, o Brasil é o preferido para realizar fusões ou aquisições de ativos por parte dos investidores De acordo com o relatório Global Transactions Leaders Study 2007, produzido pela Ernst & Young, o Brasil é o preferido dos investidores internacionais, entre os emergentes, para realizar fusões ou aquisições de ativos. A pesquisa teve a particicipação de mais de 300 executivos de 95 empresas em 15 países (incluindo o Brasil), que estiveram envolvidos em cinco mil transações nos últimos dois anos. Segundo a pesquisa, 83% dos entrevistados planejam investir em países emergentes. No Brasil, 64% deles participaram, ou fizeram recentemente, negociações para fusões ou aquisições. Segundo a ACEB – Associação Comercial Empresarial do Brasil – com esses dados é possível prever a chance do pequeno e médio empresário inserir seu empreendimento entre as empresas que recebem tais investimentos. “É preciso aproveitar toda e qualquer oportunidade que aparecer. Da mesma forma que existe uma grande quantidade de investidores que optam pelas empresas brasileiras, há inúmeros empreendimentos esperando por investimentos”, afirma Irineu de Ascenção, diretor de relações institucionais da ACEB. Apesar da demanda de investimentos estar em alta, é necessário planejamento e traçar objetivos concretos para que eles dêem certo. Nesses casos, a disponibilidade de capital e a força de vontade não são suficientes e não garantem o sucesso da empresa. Sobre isso, o estudo mostra que um terço dos 693 negócios iniciados nos mercados emergentes não foi concluído. Apenas 68% das empresas se dizem satisfeitas nas etapas finais da negociação. “Em outras ocasiões, o empreendedor brasileiro já demonstrou que possui criatividade e muita vontade de ampliar seu próprio negócio. O que ele precisa para que seus objetivos dêem certo é, exatamente, o investimento e metas muito bem traçadas e planejadas”, comenta Ascenção. |
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